Entre 9 e 13/03/2026, PETR4 foi o grande destaque na B3 com alta forte e fundamentos ainda atraentes, mesmo com expectativa de menos dividendos extraordinários.
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No gráfico diário (1D), VALE3 permanece abaixo da faixa das máximas mais recentes, com correção no trecho final, fechamento abaixo de 80,00 e preço abaixo da EMA 50 dias, mas ainda acima da SMA 200 dias.
A semana entre 2 e 6 de março de 2026 destacou três histórias bem diferentes na Bolsa brasileira. Petrobras apareceu como a ação que combinou resultado forte, produção robusta, geração de caixa relevante e um pano de fundo externo favorável para o petróleo. PRIO seguiu como uma d
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O NASDAQ 100 permanece lateral desde o fim de outubro, com suporte em 24.462 e resistências em 25.400–25.500, 25.780–25.840 e 26.285–26.399. Dados macro vieram fortes, mas tarifas de 15% e manchetes sobre Irã seguem ditando o humor.
A semana colocou três narrativas bem diferentes no centro do radar, cada uma com um “motor” claro: Banco do Brasil como tese de valuation descontado que reage quando o resultado surpreende positivamente, com o risco político sempre embutido no preço; Petrobras como tese de valor.
NResumo semanal do mercado brasileiro (23/02/2026) com foco em VALE3, AXIA3 e EMBJ3 no gráfico diário. AXIA3 segue na parte alta do movimento, com recuo curto após a máxima e preço acima da EMA 50. VALE3 mantém faixa elevada acima da EMA 50 e SMA 200.
AXIA3 segue no topo do movimento com correção curta; VALE3 oscila em faixa alta acima de EMA50 e SMA200; EMBJ3 acomoda após correção, trabalhando colada à EMA50.
VALE (VALE3), do setor de mineração, e Banco do Brasil (BBAS3) e Bradesco (BBDC4), do setor bancário, entraram na semana com um ponto em comum: depois do impulso recente, o mercado passou a alternar avanço e pausa.
Quando essas teses ganham tração, o filtro prático tende a ser o mesmo: os fundamentos continuam a sustentar a história; o gráfico semanal confirma tendência e momentum, ou o preço começa a pedir uma pausa antes de continuar.
Bônus e Promoções
Resumo técnico semanal do mercado brasileiro (09/02/2026) com foco em VALE3, PETR4 e PRIO3: tendência, médias móveis (EMA 50/SMA 200), níveis-chave e pontos de atenção.
A Vale (VALE3) ganhou força com entrega operacional no 4T25, múltiplos abaixo de pares globais e dividend yield atrativo, mantendo tendência no semanal com suportes em R$ 84–85. A Sabesp (SBSP3) sustentou o rali com eficiência e resultados sólidos, enquanto o capex elevado segue como principal teste de execução, com suporte em R$ 135–140. Já a B3 (B3SA3) confirmou fundamentos de altíssima qualidade e sensibilidade ao ciclo de volumes, mas com valuation mais exigente, consolidando entre R$ 15,80–16,00 (suporte) e R$ 16,50–17,00 (resistência).
VALE3 e SBSP3 seguem operando acima das principais médias móveis, mantendo tendências bem definidas, enquanto BBAS3 apresentou uma aceleração recente, rompendo uma faixa de consolidação e se afastando das médias.
O Nasdaq 100 consolida-se abaixo dos 26.000 pontos. Uma ruptura ascendente poderia ativar compras por FOMO e um movimento em direção aos 27.500.
O S&P 500 consolida-se entre 6.800 e 7.000. A ruptura ascendente poderia levá-lo a 7.250 se os resultados empresariais atuassem como catalisador.
O S&P 500 oscila lateralmente em 7.000 pontos. Tarifas e riscos políticos pesam, enquanto os investidores aguardam sinais claros de ruptura.