Análise semanal de VALE3, EMBJ3 e PRIO3 mostra diferentes leituras técnicas, com pressão sobre a EMA 50 e suportes ainda preservados.
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O S&P 500 continua sua trajetória de alta e mantém uma estrutura sólida, embora a velocidade do movimento e o contexto global deixem várias incertezas em aberto para junho.
Petrobras chega a junho de 2026 com fundamentos sólidos, produção forte, valuation atrativo e dividendos relevantes, mas PETR4 entra no mês em correção técnica, com atenção ao suporte em R$ 40,00–42,00 e à resistência em R$ 49,00–50,00.
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Vale chega a junho de 2026 com fundamentos sólidos, produção robusta e tendência técnica ainda positiva, mas a ação entra em fase de consolidação após forte re-rating, com atenção ao minério de ferro, à China e aos riscos ESG.
Itaú Unibanco chega a junho de 2026 com rentabilidade elevada, dividendos fortes e inadimplência controlada, mas o papel entra em fase de consolidação técnica após o rally recente, tornando o mês um período de confirmação da tendência.
Bradesco chega a junho de 2026 com fundamentos em recuperação, valuation atrativo e melhora nos resultados, mas BBDC4 ainda precisa confirmar força no gráfico semanal, com atenção aos suportes em R$ 16,90–17,50 e às resistências em R$ 18,30–21,70.
BBAS3 fechou em alta e chamou atenção entre os bancos. B3SA3 manteve fundamentos sólidos em fase de consolidação, enquanto BBDC4 continua tentando confirmar recuperação operacional e técnica.
PRIO3 liderou os destaques da semana com forte alta e momentum positivo, enquanto VALE3 mostrou resiliência em meio à pressão sobre as blue chips. Já ITUB4 recuou, mas caiu menos do que outros papéis relevantes, mantendo o status de tese de qualidade no setor bancário.
VALE3 e PETR4 encerraram a semana acima da EMA 50 dias e da SMA 200 dias, mantendo leitura técnica mais firme no curto prazo. Já BBAS3 mostrou maior pressão, com fechamento abaixo das duas médias móveis, sinalizando uma estrutura mais frágil entre os destaques analisados.
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A semana de 4 a 8 de maio de 2026 foi negativa para boa parte das blue chips brasileiras, mas três ações se destacaram em termos relativos dentro da carteira analisada: VALE3, B3SA3 e BBAS3.
NU apresenta uma leitura técnica mais dividida para maio de 2026, com o preço abaixo da EMA 50 semanas, mas ainda acima da SMA 200 semanas. A região de US$ 14,84 funciona como resistência imediata, enquanto a faixa entre US$ 14,00 e US$ 14,50 serve como primeira área de sustentação. O desempenho da ação deve seguir influenciado pelo apetite por empresas de crescimento, juros nos Estados Unidos, expansão de crédito e rentabilidade do Nubank.
B3SA3 chega a maio de 2026 sustentada acima da EMA 50 e da SMA 200 semanas, mantendo uma estrutura técnica construtiva. A faixa entre R$ 19,00 e R$ 20,00 aparece como a principal resistência do mês, enquanto a região de R$ 18,00 a R$ 18,53 funciona como primeira sustentação. O papel segue sensível ao volume negociado, à atividade em derivativos e ao apetite por risco no mercado brasileiro.
ITUB4 entra em maio de 2026 com uma leitura técnica positiva no gráfico semanal, negociando acima da EMA 50 e da SMA 200 semanas. A região próxima de R$ 44,00 segue como referência principal, enquanto o suporte em R$ 38,64 ganha importância em caso de ajustes. O desempenho do papel deve continuar ligado ao cenário de juros, crédito, inadimplência e margens do setor bancário.
VALE3, ITUB4 e B3SA3 encerraram a semana com pressão maior no curto prazo, todos abaixo da EMA 50 dias, mas ainda acima da SMA 200 dias. O movimento sugere perda de força recente, com suportes e resistências ganhando importância para definir se haverá recuperação técnica ou continuação da correção na Bolsa brasileira.
A Vale chega a maio de 2026 com bons resultados operacionais, mas o mercado passa a depender mais do minério de ferro e da leitura técnica para definir direção.