VALE3 e PETR4 encerraram a semana acima da EMA 50 dias e da SMA 200 dias, mantendo leitura técnica mais firme no curto prazo. Já BBAS3 mostrou maior pressão, com fechamento abaixo das duas médias móveis, sinalizando uma estrutura mais frágil entre os destaques analisados.
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A semana de 4 a 8 de maio de 2026 foi negativa para boa parte das blue chips brasileiras, mas três ações se destacaram em termos relativos dentro da carteira analisada: VALE3, B3SA3 e BBAS3.
NU apresenta uma leitura técnica mais dividida para maio de 2026, com o preço abaixo da EMA 50 semanas, mas ainda acima da SMA 200 semanas. A região de US$ 14,84 funciona como resistência imediata, enquanto a faixa entre US$ 14,00 e US$ 14,50 serve como primeira área de sustentação. O desempenho da ação deve seguir influenciado pelo apetite por empresas de crescimento, juros nos Estados Unidos, expansão de crédito e rentabilidade do Nubank.
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B3SA3 chega a maio de 2026 sustentada acima da EMA 50 e da SMA 200 semanas, mantendo uma estrutura técnica construtiva. A faixa entre R$ 19,00 e R$ 20,00 aparece como a principal resistência do mês, enquanto a região de R$ 18,00 a R$ 18,53 funciona como primeira sustentação. O papel segue sensível ao volume negociado, à atividade em derivativos e ao apetite por risco no mercado brasileiro.
ITUB4 entra em maio de 2026 com uma leitura técnica positiva no gráfico semanal, negociando acima da EMA 50 e da SMA 200 semanas. A região próxima de R$ 44,00 segue como referência principal, enquanto o suporte em R$ 38,64 ganha importância em caso de ajustes. O desempenho do papel deve continuar ligado ao cenário de juros, crédito, inadimplência e margens do setor bancário.
VALE3, ITUB4 e B3SA3 encerraram a semana com pressão maior no curto prazo, todos abaixo da EMA 50 dias, mas ainda acima da SMA 200 dias. O movimento sugere perda de força recente, com suportes e resistências ganhando importância para definir se haverá recuperação técnica ou continuação da correção na Bolsa brasileira.
A Vale chega a maio de 2026 com bons resultados operacionais, mas o mercado passa a depender mais do minério de ferro e da leitura técnica para definir direção.
A Petrobras chega a maio de 2026 com resultados sólidos, alto fluxo de caixa e expectativa do mercado sobre dividendos, disciplina de capital e execução do plano 2026–2030.
A semana entre 20 e 24 de abril de 2026 destacou três histórias diferentes na Bolsa brasileira.
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A semana entre 13 e 17 de abril teve três protagonistas claros entre as ações analisadas: Bradesco (BBDC4), Vale (VALE3) e Itaú Unibanco (ITUB4). Dentro do recorte considerado, foram os papéis que melhor combinaram desempenho no período, suporte fundamental e leitura técnica favo
O S&P 500 continua demonstrando solidez, apoiado pelos resultados das empresas e pelo contexto macroeconômico, enquanto as grandes empresas de tecnologia se aproximam de níveis-chave.
No gráfico diário (1D), os três ativos selecionados mostram leituras firmes no curto prazo, mas com comportamentos distintos. VALE3 permanece acima da EMA 50 dias e da SMA 200 dias, com recuperação visível após a correção recente e retorno à faixa das máximas do movimento. PETR4
O Itaú Unibanco começa abril de 2026 como uma das ações mais consistentes do setor bancário brasileiro, apoiado por rentabilidade elevada, eficiência operacional e controle de risco. Ainda assim, após a alta recente, o papel entra em uma fase mais técnica, com suporte em US$ 7,80
A Vale começa abril de 2026 em uma fase de teste, com estrutura positiva no longo prazo, mas exigindo confirmação no curto prazo. O suporte entre US$ 14 e US$ 15 será decisivo para manter o viés de alta moderada antes dos resultados do 1T26.
A Nu Holdings segue com uma tese positiva no médio prazo, mas abril de 2026 deve ser um mês mais técnico, com o mercado atento ao suporte em US$ 13,40–13,50 e à capacidade do papel de recuperar força após perder embalo perto das máximas.