O S&P500 vive um momento misto: dados fracos nos EUA e PCE elevado pressionam, enquanto menor risco no Estreito de Ormuz e baixa chance de alta de juros pelo Fed dão suporte ao mercado.
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Prio, Vale e Petrobras tiveram as maiores altas entre as ações acompanhadas na semana, refletindo diferentes exposições a petróleo, minério de ferro, geração de caixa e dividendos.
VALE3 encerra a sessão acima das médias de 50 e 200 dias, enquanto AXIA3 recupera a EMA 50 e BBDC4 segue abaixo das duas referências.
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O S&P 500 inicia a semana entre sinais macro baixistas, balanços fortes e suporte técnico ainda relevante.
Em 17 de agosto, VALE3, B3SA3 e EMBJ3 ocupavam posições distintas em relação às médias móveis. VALE3 estava praticamente alinhada à EMA 50, enquanto a SMA 200 permanecia bem abaixo da cotação. B3SA3 negociava abaixo da EMA 50, mas ainda acima da SMA 200.
O S&P 500 mantém um cenário construtivo enquanto inflação e resultados empresariais sustentam o mercado. Ao mesmo tempo, os fluxos mostram uma rotação para além das grandes empresas de tecnologia.
VALE3, SBSP3 e BBAS3 negociam abaixo das médias de 50 e 200 dias. A distância para essas referências e os suportes recentes diferenciam os três papéis.
Embraer se destacou frente a Vale e Prio, enquanto os gráficos mostram três situações diferentes entre retomada de força, correção e consolidação.
O S&P 500 rompe resistência importante, enquanto resultados corporativos, IA, fluxos para ETFs e dados de emprego definem o sentimento dos investidores.
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VALE3 segue abaixo das principais médias móveis, PRIO3 testa suporte próximo da EMA de 50 dias e ITUB4 permanece em consolidação acima das referências técnicas.
PRIO, Petrobras e Banco do Brasil concentraram o melhor desempenho semanal entre as ações acompanhadas, refletindo diferentes narrativas de crescimento, valor e recuperação.
No snapshot mais recente, a VALE3 negocia a R$ 75,81 (+0,76%), com o ADR perto de US$ 14,90, enterprise value de US$ 81,4 bilhões e alta de 56,6% em doze meses.
A Petrobras entra em agosto de 2026 como uma major integrada com fundamentos operacionais fortes, produção recorde e geração de caixa robusta, negociando a múltiplos comprimidos e com generoso retorno via dividendos.
A cotação voltou para a região de R$ 21,00, mas ainda se encontra abaixo da SMA 200 semanas e da EMA 50 semanas.
Depois da correção observada a partir dos topos recentes, ITUB4 encontrou sustentação na faixa entre R$ 38,00 e R$ 39,00 e retornou à região dos R$ 43,00.