BBAS3, BBDC4 e PRIO3 lideraram a semana com teses diferentes: desconto e retorno ao acionista (com risco político), reprecificação de turnaround e crescimento em óleo e gás. Veja o que os números e o gráfico semanal sugerem.
Sobre Frederico Aragão Morais
Frederico Aragão Morais é analista de mercados e redator especializado em macroeconomia, política monetária e mercados cambial e de capitais. Na Qaestum Capital, acompanhou diariamente a evolução dos mercados financeiros, analisando moedas, índices e commodities, e elaborando relatórios com foco nos fatores macroeconômicos e nas decisões de política monetária.
Colabora com o Jornal Económico e a Rankia Portugal, onde escreve sobre ciclos econômicos, inflação e movimentos de capital nos mercados globais. Seu trabalho combina análise técnica, contexto macroeconômico e uma leitura prática do comportamento dos mercados.
Especialidade
Mercado cambial e de capitais;
Política monetária e fiscal;
Análise técnica e fundamental.
Experiência
Frederico tem uma trajetória que une análise financeira, comunicação econômica e consultoria estratégica. Na Qaestum Capital, produziu briefings de mercado, estudos temáticos e comentários sobre tendências cambiais e de commodities. Em consultorias estratégicas, participou na definição de modelos de governança e planejamento financeiro, enquanto em instituições governamentais atuou em projetos de política econômica e avaliação de programas públicos.
Essa diversidade de experiências lhe proporcionou uma visão ampla sobre como as políticas econômicas, a liquidez global e os fluxos de investimento se refletem nos mercados financeiros.
Formação
Barcelona Graduate School of Economics – Mestrado em Política Macroeconômica e Mercados Financeiros
Macquarie University (Sydney) – Bacharelado em Economia
Últimos 10 Artigos
Quando essas teses ganham tração, o filtro prático tende a ser o mesmo: os fundamentos continuam a sustentar a história; o gráfico semanal confirma tendência e momentum, ou o preço começa a pedir uma pausa antes de continuar.
Resumo técnico semanal do mercado brasileiro (09/02/2026) com foco em VALE3, PETR4 e PRIO3: tendência, médias móveis (EMA 50/SMA 200), níveis-chave e pontos de atenção.
Top Regulated Brokers
A Vale (VALE3) ganhou força com entrega operacional no 4T25, múltiplos abaixo de pares globais e dividend yield atrativo, mantendo tendência no semanal com suportes em R$ 84–85. A Sabesp (SBSP3) sustentou o rali com eficiência e resultados sólidos, enquanto o capex elevado segue como principal teste de execução, com suporte em R$ 135–140. Já a B3 (B3SA3) confirmou fundamentos de altíssima qualidade e sensibilidade ao ciclo de volumes, mas com valuation mais exigente, consolidando entre R$ 15,80–16,00 (suporte) e R$ 16,50–17,00 (resistência).
A semana de 19 a 23 de janeiro de 2026 colocou os três grandes bancos no centro do radar, cada um por um motivo diferente: o Itaú como o caso “limpo” de consistência e rentabilidade; o Bradesco como tese de turnaround em andamento; o Banco do Brasil como o dilema clássico entre “barato no papel” e qualidade de lucro sob pressão.
Análise semanal de Cogna, Vale e Embraer no gráfico, destacando fundamentos, momentum técnico, níveis de suporte e resistência e os principais catalisadores para 2026, com foco em gestão de risco e continuidade de tendência.
A virada de ano costuma apertar a liquidez e distorcer a leitura do curto prazo: menos gente operando, mais ajuste de carteira e movimentos que parecem maiores do que realmente são.
Brava, Suzano e Rede D’Or se destacam: M&A, ciclo de celulose e dividendos extraordinários impulsionam ações no Brasil.
A semana de 8 a 12 de dezembro de 2025 trouxe movimentos fortes em três ações que contam histórias bem diferentes da bolsa brasileira: IRB, Copasa e Vale.
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A semana de 1 a 5 de dezembro de 2025 foi dominada por um clima de forte otimismo na bolsa brasileira. O Ibovespa renovou máximas históricas, impulsionado pela combinação de expectativa de cortes de juros nos Estados Unidos, inflação sob controle e uma agenda pesada de anúncios de dividendos por parte das empresas líderes.
A semana de 24 a 28 de novembro de 2025 ficou marcada por um regresso claro do apetite ao risco no mercado brasileiro. A recuperação do Ibovespa, impulsionada pela queda dos juros futuros e pelas expectativas de cortes nos EUA por parte do Federal Reserve, criou o ambiente perfeito para que três nomes se destacassem de forma inequívoca: B3, Banco Bradesco e Sabesp.
A semana de 10 a 14 de novembro trouxe três protagonistas claros ao mercado brasileiro. MBRF3, BRKM5 e MGLU3 destacaram-se não apenas pelas valorizações expressivas.
