O Itaú Unibanco começa abril de 2026 como uma das ações mais consistentes do setor bancário brasileiro, apoiado por rentabilidade elevada, eficiência operacional e controle de risco. Ainda assim, após a alta recente, o papel entra em uma fase mais técnica, com suporte em US$ 7,80
Sobre Frederico Aragão Morais
Frederico Aragão Morais é analista de mercados e redator especializado em macroeconomia, política monetária e mercados cambial e de capitais. Na Qaestum Capital, acompanhou diariamente a evolução dos mercados financeiros, analisando moedas, índices e commodities, e elaborando relatórios com foco nos fatores macroeconômicos e nas decisões de política monetária.
Colabora com o Jornal Económico e a Rankia Portugal, onde escreve sobre ciclos econômicos, inflação e movimentos de capital nos mercados globais. Seu trabalho combina análise técnica, contexto macroeconômico e uma leitura prática do comportamento dos mercados.
Especialidade
Mercado cambial e de capitais;
Política monetária e fiscal;
Análise técnica e fundamental.
Experiência
Frederico tem uma trajetória que une análise financeira, comunicação econômica e consultoria estratégica. Na Qaestum Capital, produziu briefings de mercado, estudos temáticos e comentários sobre tendências cambiais e de commodities. Em consultorias estratégicas, participou na definição de modelos de governança e planejamento financeiro, enquanto em instituições governamentais atuou em projetos de política econômica e avaliação de programas públicos.
Essa diversidade de experiências lhe proporcionou uma visão ampla sobre como as políticas econômicas, a liquidez global e os fluxos de investimento se refletem nos mercados financeiros.
Formação
Barcelona Graduate School of Economics – Mestrado em Política Macroeconômica e Mercados Financeiros
Macquarie University (Sydney) – Bacharelado em Economia
Últimos 10 Artigos
A Vale começa abril de 2026 em uma fase de teste, com estrutura positiva no longo prazo, mas exigindo confirmação no curto prazo. O suporte entre US$ 14 e US$ 15 será decisivo para manter o viés de alta moderada antes dos resultados do 1T26.
A Nu Holdings segue com uma tese positiva no médio prazo, mas abril de 2026 deve ser um mês mais técnico, com o mercado atento ao suporte em US$ 13,40–13,50 e à capacidade do papel de recuperar força após perder embalo perto das máximas.
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A semana entre 23 e 27 de março de 2026 destacou três histórias diferentes dentro da Bolsa brasileira. B3 ganhou força com recompra de ações e uma transição de liderança bem recebida pelo mercado.
Nesta análise semanal da Bolsa brasileira, avaliamos o comportamento técnico de VALE3, PETR4 e EMBJ3 no gráfico diário. PETR4 segue com a estrutura mais forte, acima das principais médias móveis, enquanto VALE3 tenta se estabilizar após correção recente.
Entre 9 e 13/03/2026, PETR4 foi o grande destaque na B3 com alta forte e fundamentos ainda atraentes, mesmo com expectativa de menos dividendos extraordinários.
A semana entre 2 e 6 de março de 2026 destacou três histórias bem diferentes na Bolsa brasileira. Petrobras apareceu como a ação que combinou resultado forte, produção robusta, geração de caixa relevante e um pano de fundo externo favorável para o petróleo. PRIO seguiu como uma d
A semana colocou três narrativas bem diferentes no centro do radar, cada uma com um “motor” claro: Banco do Brasil como tese de valuation descontado que reage quando o resultado surpreende positivamente, com o risco político sempre embutido no preço; Petrobras como tese de valor.
BBAS3, BBDC4 e PRIO3 lideraram a semana com teses diferentes: desconto e retorno ao acionista (com risco político), reprecificação de turnaround e crescimento em óleo e gás. Veja o que os números e o gráfico semanal sugerem.
Bônus e Promoções
Quando essas teses ganham tração, o filtro prático tende a ser o mesmo: os fundamentos continuam a sustentar a história; o gráfico semanal confirma tendência e momentum, ou o preço começa a pedir uma pausa antes de continuar.
Resumo técnico semanal do mercado brasileiro (09/02/2026) com foco em VALE3, PETR4 e PRIO3: tendência, médias móveis (EMA 50/SMA 200), níveis-chave e pontos de atenção.
A Vale (VALE3) ganhou força com entrega operacional no 4T25, múltiplos abaixo de pares globais e dividend yield atrativo, mantendo tendência no semanal com suportes em R$ 84–85. A Sabesp (SBSP3) sustentou o rali com eficiência e resultados sólidos, enquanto o capex elevado segue como principal teste de execução, com suporte em R$ 135–140. Já a B3 (B3SA3) confirmou fundamentos de altíssima qualidade e sensibilidade ao ciclo de volumes, mas com valuation mais exigente, consolidando entre R$ 15,80–16,00 (suporte) e R$ 16,50–17,00 (resistência).
