A semana de 4 a 8 de maio de 2026 foi negativa para boa parte das blue chips brasileiras, mas três ações se destacaram em termos relativos dentro da carteira analisada: VALE3, B3SA3 e BBAS3.
Sobre Frederico Aragão Morais
Frederico Aragão Morais é analista de mercados e redator especializado em macroeconomia, política monetária e mercados cambial e de capitais. Na Qaestum Capital, acompanhou diariamente a evolução dos mercados financeiros, analisando moedas, índices e commodities, e elaborando relatórios com foco nos fatores macroeconômicos e nas decisões de política monetária.
Colabora com o Jornal Económico e a Rankia Portugal, onde escreve sobre ciclos econômicos, inflação e movimentos de capital nos mercados globais. Seu trabalho combina análise técnica, contexto macroeconômico e uma leitura prática do comportamento dos mercados.
Especialidade
Mercado cambial e de capitais;
Política monetária e fiscal;
Análise técnica e fundamental.
Experiência
Frederico tem uma trajetória que une análise financeira, comunicação econômica e consultoria estratégica. Na Qaestum Capital, produziu briefings de mercado, estudos temáticos e comentários sobre tendências cambiais e de commodities. Em consultorias estratégicas, participou na definição de modelos de governança e planejamento financeiro, enquanto em instituições governamentais atuou em projetos de política econômica e avaliação de programas públicos.
Essa diversidade de experiências lhe proporcionou uma visão ampla sobre como as políticas econômicas, a liquidez global e os fluxos de investimento se refletem nos mercados financeiros.
Formação
Barcelona Graduate School of Economics – Mestrado em Política Macroeconômica e Mercados Financeiros
Macquarie University (Sydney) – Bacharelado em Economia
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A Petrobras chega a maio de 2026 com resultados sólidos, alto fluxo de caixa e expectativa do mercado sobre dividendos, disciplina de capital e execução do plano 2026–2030.
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O BRL/USD entra em maio de 2026 em equilíbrio, sustentado por juros elevados no Brasil e um dólar sem direção clara, enquanto o cenário geopolítico e o petróleo seguem influenciando o risco global.
A semana entre 20 e 24 de abril de 2026 destacou três histórias diferentes na Bolsa brasileira.
A semana entre 13 e 17 de abril teve três protagonistas claros entre as ações analisadas: Bradesco (BBDC4), Vale (VALE3) e Itaú Unibanco (ITUB4). Dentro do recorte considerado, foram os papéis que melhor combinaram desempenho no período, suporte fundamental e leitura técnica favo
O Itaú Unibanco começa abril de 2026 como uma das ações mais consistentes do setor bancário brasileiro, apoiado por rentabilidade elevada, eficiência operacional e controle de risco. Ainda assim, após a alta recente, o papel entra em uma fase mais técnica, com suporte em US$ 7,80
A Vale começa abril de 2026 em uma fase de teste, com estrutura positiva no longo prazo, mas exigindo confirmação no curto prazo. O suporte entre US$ 14 e US$ 15 será decisivo para manter o viés de alta moderada antes dos resultados do 1T26.
A Nu Holdings segue com uma tese positiva no médio prazo, mas abril de 2026 deve ser um mês mais técnico, com o mercado atento ao suporte em US$ 13,40–13,50 e à capacidade do papel de recuperar força após perder embalo perto das máximas.
Bônus e Promoções
A semana entre 23 e 27 de março de 2026 destacou três histórias diferentes dentro da Bolsa brasileira. B3 ganhou força com recompra de ações e uma transição de liderança bem recebida pelo mercado.
Nesta análise semanal da Bolsa brasileira, avaliamos o comportamento técnico de VALE3, PETR4 e EMBJ3 no gráfico diário. PETR4 segue com a estrutura mais forte, acima das principais médias móveis, enquanto VALE3 tenta se estabilizar após correção recente.
Entre 9 e 13/03/2026, PETR4 foi o grande destaque na B3 com alta forte e fundamentos ainda atraentes, mesmo com expectativa de menos dividendos extraordinários.
